Pode não ser óbvio para a maioria das pessoas, mas a pandemia do coronavírus trouxe à tona debates importantes que estão conectados com o trabalho de D&I como privilégio, modelos flexíveis de trabalho, transformação digital, novos modelos de gestão, liderança inclusiva, acesso à oportunidades, empresas humanizadas e empatia. 

Mais do que nunca, esse cenário deixa evidente o nosso maior ativo: as pessoas.

O contexto da 4º revolução industrial e do mundo VUCA muitas vezes fazem com que os líderes de negócio acreditem que o futuro é tecnológico. Mas nós, da Blend Edu, acreditamos que o futuro é humano. 

Abaixo, destacamos os pontos principais que o coronavírus trouxe à tona e que podem ser aproveitados para não deixar o debate sobre diversidade diminuir, mesmo nesse período de quarentena:

 

The PRESENT is female

  • Poucas pessoas sabem, mas o álcool gel (produto que está sendo amplamente demandado hoje) foi feito por uma mulher e de origem latina: a enfermeira Lupe Hernandez, então estudante de enfermagem em Bakersfield, nos EUA, em 1966.
A imagem é uma foto de Lupe Hernandez, mulher que inventou o álcool em gel.

De acordo com o site Hypeness, curiosamente, pouco se sabe hoje sobre Lupe Hernandez – se ela lucrou em proporção ao sucesso de sua invenção, ou mesmo se ela continua viva -, mas o fato é que sua invenção pode ajudar a manter muita gente com vida atualmente.

Hernandez não é a única mulher à frente da luta contra o vírus. Aqui mesmo, no Brasil, foi uma mulher negra que coordenou o sequenciamento do genoma do coronavírus, a Jaqueline Goes de Jesus, pós-doutoranda na Faculdade de Medicina da USP. De grande maioria feminina, a equipe liderada por ela vêm trazendo importantes avanços à ciência brasileira, especialmente nesse momento.

A imagem é uma foto da equipe que sequenciou o genoma do coronavírus no Brasil, em 2020, liderada pela cientista Jaqueline Góes de Jesus, também presente na foto.

Retrato feito no Instituto de Medicina Tropical da USP. Imagem retirada do site do Estadão. Foto: Tiago Queiróz/Estadão. https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,liderado-por-mulheres-grupo-de-pesquisa-que-sequenciou-genoma-do-coronavirus-vive-famarepentina,70003219077

  • Lideranças femininas em vários países do mundo têm sido destacadas como exemplos na pandemia. Tsai Ing-wen, a presidente de Taiwan, no primeiro sinal da doença introduziu 124 medidas para bloquear a disseminação sem ter que recorrer aos bloqueios, que se tornaram comuns em outros lugares.  Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, colocou o país no nível máximo de alerta quando havia apenas 6 casos em todo o país, e proibiu totalmente a entrada de estrangeiros logo depois. A Islândia, sob a liderança da primeira-ministra Katrín Jakobsdóttir, ofereceu testes gratuitos de coronavírus a todos os seus cidadãos e se tornará um estudo de caso-chave em relação taxas de disseminação e fatalidade da COVID-19.

 

Mas, ao refletir profundamente sobre a igualdade de gênero durante a pandemia, nem tudo são flores…

  • O Pacto Global (rede da ONU voltada para a comunidade empresarial) fez um mapeamento de como a pandemia afeta os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Especificamente sobre o ODS de número 5, de Igualdade de Gênero, o relatório destaca que os ganhos econômicos das mulheres estão em risco, assim como o aumento dos índices de violência contra as mulheres. Ao mesmo tempo, as mulheres representam a maioria dos trabalhadores na área de saúde, estando mais expostas ao vírus. Esse contexto faz com que as desigualdades fiquem maiores (ODS de número 10).
  • Ainda segundo a ONU, no documento The Impact of Covid-19 On Women and Girls (O impacto da COVID-19 em mulheres e meninas), a saúde das mulheres geralmente é afetada negativamente pela realocação de recursos e prioridades, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva.
  • Segundo relatório do IBGE de 2018, são mais 11 milhões de mães solo no Brasil. Segundo a revista Gênero e Número, elas são impactadas diariamente pela pandemia de forma mais grave, por, geralmente, terem que dar conta, sozinhas, da “tripla jornada”: a criação dos filhos, do trabalho e da casa.

 

Hoje, mais do que nunca, precisamos falar sobre privilégios

Existe uma frase que diz “o privilégio é invisível para aqueles que o têm”, que mostra que nem sempre as pessoas conseguem enxergar para além da sua própria realidade. No entanto, a pandemia atual potencializou a discussão sobre esse tema tão relevante a partir de aspectos como:

  • Possibilidade de isolamento:
    • De acordo com o que foi relatado no El País e O Globo, uma das primeiras vítimas do coronavírus foi uma empregada doméstica, que não foi avisada que a patroa estava infectada após o retorno de viagem da Europa. Ela faleceu no SUS, na cidade de Miguel Pereira.
    • Muitas vítimas de violência domésticas estão ainda mais expostas com o isolamento domiciliar. Segundo o Ministério Público, ao longo do primeiro mês de pandemia houve um aumento considerável dos processos urgentes e em especial das prisões em flagrante por violência contra a mulher. Os dados mostram que ao longo de um mês de isolamento social as prisões em flagrantes aumentaram 51,4%, em um total de 268 em março, contra 177 em fevereiro. 
    • Devido ao isolamento, muitos jovens LGBTIs estão confinados em ambientes hostis com familiares ou coabitantes que não os apoiam. Isso pode aumentar a exposição à violência, bem como a ansiedade e a depressão. Inclusive, criamos um texto específico sobre como a Covid-19 impacta os direitos da comunidade LGBTI.
  • Acesso à condições básicas:
    • No Brasil, apenas 46,3% do esgoto são tratados, como apontam dados de 2018 Ministério do Desenvolvimento Regional. Moradores de periferias e áreas rurais sem acesso a saneamento básico estão mais expostos ao coronavírus. 
    • Coletivos como Casa1 e Casanem estão se mobilizando nas redes sociais para ajudar pessoas LGBTIs em situação de rua, coletando produtos de higiene pessoal e água.

 

A pandemia deixou evidente problemas como xenofobia, preconceito e racismo estrutural

  • No início da pandemia, circulou nas redes sociais uma fake news sobre pessoas negras serem mais resistentes ao COVID-19, o que trouxe à tona a reflexão sobre o chamado racismo científico.
  • Em levantamentos nos EUA (alguns deles sinalizados pelo NY Times) mostraram que em Louisiana, por exemplo, 70% das pessoas que morreram vítimas de coronavírus são negras. No Brasil, o impacto da pandemia tem sido muito desproporcionalmente sentido nas comunidades negras – maioria absoluta nas favelas, nos cortiços, nas palafitas, na população de rua nas cadeias e em empregos precários.
  • O Grupo de Trabalho de Saúde da População Negra da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e Associação de Medicina de Família e Comunidade do Rio de Janeiro (AMFaC-RJ) desenvolveram um documento com o objetivo de orientar a população das comunidades e periferias de todo o Brasil sobre a importância da prevenção do coronavírus, com dicas viáveis de acordo com a realidade vivida pelas pessoas que sobrevivem às condições de vulnerabilidade.

Devido à origem do surto de COVID-19, as comunidades asiáticas têm sido alvo intenso de agressão racial. As denúncias de crime de ódio contra asiáticos aumentaram 21% no Reino Unido durante a pandemia. Na França, a hashtag #JeNeSuisPasUnVirus (Eu não sou um vírus) surgiu no final de janeiro de 2020 para denunciar o posicionamento racista contra a comunidade asiática do país.

A imagem mostra um homem asiático segurando uma placa escrito "Je se suis pas un virus" ("Eu não sou um vírus", em português)

 

Deixou também ainda mais evidente as desigualdades sociais que vivemos (no Brasil e no mundo)

  • Segundo episódio do Café da Manhã, podcast da Folha de São Paulo em parceria com o Spotify, há a possibilidade de retração na economia na pandemia ser na forma da letra K, aqui no Brasil: primeiro a queda brusca e, durante a recuperação, as classes sociais mais altas ganhariam mais e os pobres ficariam ainda mais pobres. 
  • A taxa de cobertura de planos de saúde no Brasil era de pouco menos de 25% em fevereiro de 2020. Ou seja, 76% da população são dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Uma pesquisa realizada em julho de 2020, financiada pelo Instituto Semeia, Grupo Fleury, Ibope Inteligência e Todos pela Saúde mostra que o número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no município de São Paulo é duas vezes e meia maior nos bairros pobres da cidade em comparação com os bairros mais ricos.
  • No Brasil, a população indígena é uma das que mais sofrem com a pandemia, com a ausência de políticas públicas e despriorização dos sistemas de saúde nas regiões das aldeias. Para cobrar do governo ações que protejam essas populações, a Articulação Nacional dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) publicou uma nota em março em que reivindica a adoção de um Plano de Ação Emergencial, que abranja tanto o fortalecimento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) quanto medidas para coibir a invasão dos territórios por grileiros, garimpeiros e madeireiros.
  • Em abril, dados do Instituto Locomotiva e o Data Favela mostraram que quase 60% dos moradores de favelas não têm renda para se manter por mais uma semana de quarentena. A falta de alimento também é permanente.
  • Muitas empresas tiveram que diminuir o seu quadro de funcionários, devido à crise gerada pela pandemia. As áreas de cultura, esporte, viagens e gastronomia sentiram fortes impactos. No Brasil, a rede de churrascarias Fogo de Chão, por exemplo, dispensou centenas de funcionários; o Airbnb – plataforma de aluguel de casas para viajantes – anunciou que demitirá cerca de 25% de seus funcionários em todo o mundo; o Cirque du Soleil Entertainment Group dispensou 95% de seus artistas.

 

A COVID-19 mostrou que modelos flexíveis de trabalho não são impossíveis de serem implementados (nem prejudicam a produtividade)

  • A pesquisa “Práticas de Trabalho Flexível e Remoto”, realizada com 609 empresas no Brasil, revela que 78% das organizações oferecem pelo menos uma das seguintes modalidades de atividade laboral: home office, trabalho remoto ou jornada flexível. Dessas empresas, entretanto, 15% oferecem essas alternativas apenas devido à pandemia (COVID-19).
  • Depois de semanas trabalhando em casa, 73,8% das empresas pretendem instituir o home office como prática definitiva no Brasil após a pandemia do novo coronavírus. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Cushman & Wakefield – e obtido pela EXAME com exclusividade – que ouviu 122 executivos de multinacionais que atuam no país

 

Sinalizou que precisamos, mais do que nunca, de um olhar e de lideranças inclusivas

  • Diante de uma pandemia global com implicações sociais e econômicas de longo alcance, a transição para uma nova maneira de trabalhar apresenta desafios e oportunidades na promoção da diversidade e inclusão (D&I). E os líderes devem ser os aceleradores das transformações nas organizações.
  • A crise da COVID-19 evoluiu e está forçando as organizações a se adaptarem constantemente. Cabe aos tomadores de decisão aprenderem com as mudanças que tiveram um impacto positivo e identificar novas maneiras de serem aliados dos funcionários que enfrentam menos horas de trabalho, cuidando em tempo integral de crianças ou outras pessoas afetadas pelo vírus; equilibrar a segurança da força de trabalho com as necessidades críticas dos negócios e explorar maneiras de atrair, virtualmente, diversos talentos. Você pode ver mais sobre como praticar a liderança em tempos de crise neste artigo no blog da Blend Edu.
  • Ashley Lawrence, uma estudante norte-americana, desenhou máscaras especiais, com uma transparência na boca, para que pessoas com deficiência auditiva pudessem fazer a leitura labial normalmente (veja a notícia completa aqui). Este exemplo mostra como devemos estar atentos à inclusão nos mínimos detalhes.
A imagem mostra Ashley Lawrence vestindo uma máscara transparente.

 

Revelou a importância de empresas mais humanizadas, que valorizam causas, constroem ações com base em valores e colocam as pessoas em primeiro lugar

  • No período da quarentena ocasionada pela pandemia do COVID-19, algumas empresas ganharam destaques pelas suas medidas tomadas em relação ao isolamento social, umas com menções positivas e outras negativas. O empresário Júnior Durski, dono dos restaurantes Madero, postou em suas redes sociais um vídeo criticando o isolamento social e ainda disse “Não podemos parar por 5 ou 7 mil pessoas que vão morrer”, frase essa que teve uma repercussão muito negativa sobre seus estabelecimentos. Tal decisão custou caro para o empresário. Depois de demitir mais 600 funcionários, o número de menções negativas aumentou ainda mais e o próprio Luciano Huck vendeu sua participação e deixou de ser sócio da rede.
  • Já o Outback, um dos maiores concorrentes do Madero no país, escolheu utilizar um método diferente. Ele resolveu doar ovos de páscoa para os mercadinhos revenderem, ajudando cerca de 200 pequenos negócios que foram prejudicados com a crise da COVID-19. Diferente do Madero, as menções do Outback que também subiram no mesmo período foram positivas, cerca de 74% das amostragens.
  • A Nubank também está se revelando, durante a quarentena, um exemplo a ser seguido. Além de adotar o trabalho remoto integral, enviou centenas de cadeiras ergonômicas aos funcionários e abriu ferramentas de apoio financeiro, legal e psicológico. A empresa criou um fundo de R$ 20 milhões para pagar delivery e atendimento médico aos clientes durante pandemia, com créditos que podem ser usados nas empresas parceiras Hospital Sírio-Libanês, iFood, Rappi, Zee.Dog e na plataforma de terapia online Zenklub. Além disso, a Nubank vêm investindo em um atendimento cada vez mais humanizado e rápido com os seus clientes e usuários.

 

Mostrou que vivemos uma nova era, onde a colaboração deve ser muito maior do que a competição

  • As quatro principais operadoras do Brasil se uniram em uma campanha de conscientização contra o novo coronavírus, pedindo que seus clientes fiquem em casa. Usando a hashtag #FiqueBemFiqueEmCasa, a ação marca uma parceria inédita entre a Claro, Oi, TIM e Vivo.

Deixa evidente a importância de uma boa curadoria para não sobrecarregar a saúde mental das pessoas

Recentemente, várias organizações têm atuado de forma solidária, compartilhando recursos, informações e conteúdos para ajudar o nosso maior ativo: as pessoas.

Nos últimos dias, nossas caixas de email e redes sociais foram bombardeadas de convites para webinars ao vivo, lives, download de ebooks e links de podcasts sobre centenas de tópicos. Todo esse movimento, por mais positivo e bem intencionado que seja, pode gerar em muitas pessoas o famoso FOMO (fear of missing out ou medo de estar perdendo algo), trazendo mais ansiedade. 

  • O número de lives, eventos online, cursos on demand cresceu exponencialmente ao longo do isolamento social. Por exemplo, segundo o Instagram, houve um aumento de 70% no número de transmissões ao vivo na plataforma ao considerar dados do mês de março. 
  • Você já ouviu falar no Zoom Fatigue? Esse é o apelido dado, recentemente, à exaustão gerada por reuniões de teleconferência. Com a ausência ou redução dos encontros presenciais durante o isolamento social, pesquisadores já identificaram o cansaço gerado por essa mudança, que vêm afetando pessoas que podem trabalhar em home office. 
  • A #QuarentenaVaipe é uma plataforma criada a partir de uma parceria da HSM, Kronberg e Vittude Corporate para lideranças e organizações monitorarem e cuidarem da saúde mental dos funcionários durante a quarentena. 
  • Um case que investiu na saúde mental dos funcionários é a Ambev. Além do programa de instrução sobre como trabalhar em home office, a empresa começou a oferecer lives com personal trainer, boletins informativos sobre a pandemia, plataformas de cursos online, yoga, meditação. A empresa também oferece um serviço de suporte psicológico para os profissionais, durante esse período de isolamento.

 

Ser digital vai muito além de fazer lives e usar o Zoom

Nós, da Blend Edu, acreditamos que ser digital vai muito além de só fazer lives e webinars. Ser digital significa trabalhar com um novo mindset, que, segundo o Institute for the future, inclui um pensamento focado em curadoria, espaços colaborativos, fluxos de aprendizagem, aprendizagem contínua, público exponencial, educação digital e pensamento multidisciplinar.

Algumas pessoas podem argumentar que não é a hora de discutir diversidade nas organizações; que existem questões mais urgentes no mundo para enfrentarmos, como o aumento do desemprego e as abruptas transformações no mercado de trabalho. Mas o raciocínio é justamente o oposto: esse é o momento certo para reconhecer a importância da diversidade para as empresas conseguirem reagir e se adaptar mais rapidamente ao novo cenário, a partir de criatividade e inovação proporcionadas por equipes heterogêneas. 

Ainda mais neste momento global de extrema incerteza em que a pandemia da COVID-19 nos colocou e que não saberemos como ficará o futuro da sociedade e do mercado com a chegada do “novo normal”. Uma certeza temos em meio a esse mar de indefinições: que cada vez mais, a diversidade ocupará lugar de protagonismo nas empresas.

Diante da pandemia, a principal preocupação dos líderes de diversidade está relacionada a inovar a estratégia de diversidade. O digital é uma realidade sem volta: segundo a pesquisa de benchmarking “Panorama das Estratégias de Diversidade no Brasil e os Impactos da Covid-19”, realizada pela Blend Edu com 45 empresas durante o mês de abril, um volume expressivo de organizações concordou que a pandemia impulsionou os esforços de transformação digital (93%), ampliando a abertura às ações digitais (88%), inclusive em relação à estratégia de educação digital (73%).

 

Caminhos possíveis para o “novo normal”

É exatamente nesse cenário que lançamos o Diversidade S.A., a primeira comunidade virtual de aprendizagem do mercado com foco no desenvolvimento de uma liderança engajada nos desafios de diversidade. A plataforma digital disponibiliza planos de assinatura para organizações participarem da comunidade, na qual os usuários têm acesso a Master Classes (transmissões ao vivo) com especialistas do mercado que abordam conceitos, cases e melhores práticas, além de trilhas de aprendizagem, cursos on demand, rede social e biblioteca com curadoria de materiais (vídeos, podcasts, resumos de livros, guias, etc.). 

Além do acesso a conteúdos sobre diversidade e inclusão, os usuários podem compartilhar materiais e participar de grupos de discussão com as demais pessoas na plataforma, sejam eles da sua ou de outras empresas. Assim, a plataforma também funcionará como uma espécie de rede empresarial colaborativa, onde diferentes organizações podem se apoiar e compartilhar conhecimento para promover a diversidade de maneira mais efetiva, potencializando a inteligência coletiva.

Algumas empresas já estão testando a Diversidade SA, como a Natura, Shell, Tim, Movile, Globo, brMalls, Prudential, Prumo Logística e a B2W.

Para saber mais, acesse: www.diversidade-sa.com